Perfil

Dr. Rodrigo Siqueira

Dr. Rodrigo Siqueira

CRM 5274801-3

Ser médico foi um desejo de criança!

Não sabia exatamente porque eu queria ser, mas existia uma intensidade tão forte nesse querer, que não tinha sequer outra opção de carreira.

Nesse ritmo, entre a vontade e os estudos, em meados de 1997, entrei para a universidade. Realizei meu sonho, intensifiquei meus estudos e fui monitor de farmacologia por 3 anos. Durante esse período, fiz iniciação científica no laboratório de inflamação, que pertencia ao departamento de farmacologia e farmacodinâmica da FIOCRUZ. Era tão apaixonado pela minha rotina de pesquisa com os animais, que nem pensei duas vezes quando me formei, em 2003, e ingressei no mestrado em farmacologia, no mesmo laboratório em que fiz a iniciação científica. Aprendi a ser pesquisador, avaliar de forma crítica os estudos, produzir cientificamente e, além disso, ainda fui agraciado com a patente de uma droga para o tratamento de inflamação alérgica.

Quando, em 2005, concluí o mestrado, senti falta de um contato maior com os pacientes e também senti a vontade de me especializar em alguma área clínica. Tinha algumas opções de especialidade a seguir, mas optei finalmente pela endocrinologia. No mesmo ano, fiz prova para a especialização de endocrinologia na Santa Casa da Misericórdia do Rio de Janeiro e passei. Ali descobri que realmente tinha feito excelente escolha. Apaixonei-me perdidamente pela especialidade e pelo serviço acadêmico. Em 2006, ainda no fim da especialização, prestei prova para o título de especialista e fui aprovado. Em 2007, duas boas coisas me esperavam: fui qualificado para iniciar o Doutorado em Endocrinologia na UFRJ e fui convidado para fazer parte do serviço, como professor da unidade de diabetes, onde permaneci lecionando até o ano de 2013. Em 2008, junto com os outros professores da unidade de diabetes, escrevemos e publicamos o livro intitulado “Abordagem farmacológica no diabetes”.

Em 2010, após 3 anos intensos de pesquisa, foi o ano da defesa de tese do doutorado, após a qual pude me considerar finalmente Doutor na minha especialidade.

Hoje, a rotina de estudos continua. Não consigo me enxergar sem ela. Muitos artigos para ler, congressos, simpósios, workshops, tudo buscando uma aplicação prática em prol do meu paciente.

Sinto-me abençoado e realizado. Feliz demais por trabalhar em algo que amo tanto. Vibrar com cada resultado, batalhar por cada paciente, me envolver na sua saúde e na sua história de alguma forma. Aprendo cada vez mais, seja cientificamente, seja como pessoa. Para mim, ser médico não tem preço, e é simplesmente extraordinário.